todos os eventos são 100% gratuitos // 29 de julho > 03 de agosto
29 DE JULHO (QUARTA-FEIRA)
LOCAL: CINE RESERVA CULTURAL – AV. PAULISTA, 900, SÃO PAULO
19h - Coquetel e cerimonial de abertura
20h
Exibição do filme
Anistia 79
(Brasil-RJ, 2026, 104 min) dir: Anita Leandro
Roma, junho de 1979. Exilados brasileiros
filmam a Conferência Internacional
pela Anistia no Brasil, o maior encontro da esquerda brasileira fora do país. Quase meio século depois,
essas imagens reacendem o debate sobre a manutenção
do aparato repressivo da ditadura e a impunidade
dos torturadores.

30 DE JULHO (Quinta-feira)
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
20h
Debate
Quem tem
Direito ao Amanhã?
Debate com Jeferson Tenório e Mariana Salomão Carrara
Mediação: Semayat Oliveira
Quem tem direito ao amanhã?
Com mediação de Semayat Oliveira, os escritores
e encontram para uma conversa sobre literatura,
memória e direitos humanos.
Em um diálogo marcado pela sensibilidade e pelo compromisso com o nosso tempo, os autores refletem sobre como a ficção pode revelar desigualdades, enfrentar
apagamentos e ampliar nossa capacidade de imaginar futuros mais justos.

31 DE JULHO (sexta-feira)
15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Exibição do filme
Arquivo Vivo
(Brasil-PE, 2026, 137 min) dir: Ana Carvalho e Vincent Carelli
Em 40 anos atuando junto a comunidades indígenas, o Vídeo nas Aldeias reuniu um acervo histórico para a memória dos povos indígenas no Brasil. O filme revela
a devolução destes arquivos para as novas gerações
das primeiras comunidades visitadas. O retorno das
imagens-espírito aos povos Nambikwara Mamaindê
(MT), Gavião Parkatejê (PA), Enawenê-Nawê (MT), Isolados de Corumbiara (RO) e Xikrin do Caeteté (PA).

17h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Exibição do filme
Salmo Sami de Sobrevivência:
Noruega, 2025, 50 min) - dir. Iara Lee
Ativismo Indígena na Fronteira Ártica
O povo Sami, presente na região Sápmi, continua a sua luta
contra a opressão e o colonialismo. Durante séculos, enfrentaram
o racismo institucionalizado, a mar- ginalização e a repressão da sua cultura e da sua língua. Com muito ativismo, nos últimos anos conquistaram reconhecimento e respeito, mas a luta ainda não
terminou. Através da arte e da resiliência cultural, os Sami afirmam os seus direitos de existir e prosperar nas suas terras ancestrais.

19h
LOCAL: CINE NAVE / NAVE COLETIVA – RUA JOSÉ BENTO, 106, SÃO PAULO
Exibição do filme
Mounir
(Brasil-SP, 2025, 80 min) dir. Juliana Borges
Para Mounir, contar histórias é uma estratégia de sobrevivência. Carismático e enigmático, o imigrante centro-africano convence uma jovem cineasta brasileira a documentar a sua vida. Ao longo
de dez anos e três continentes, sua narrativa embaralha as fronteiras entre realidade e ficção. Quanto mais nos envolvemos
na trama de Mounir, mais dúvidas temos sobre quem de fato ele é.

20h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
ESPETÁCULO TEATRAL
Ideias para Adiar
o Fim do Mundo

01 de agosto (sábado)
10h
LOCAL: ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA – RUA AUGUSTA, 1473, SÃO PAULO
Exibição do filme
A Fabulosa Máquina do Tempo
(Brasil-RJ, 2026, 72 min) dir: Eliza Capai
Numa pequena cidade do sertão do Piauí, as meninas brincam entre o passado miserável de suas mães e seus sonhos fantásticos de futuro. Ali, onde o homem ainda é o gigante da mulher, elas se aventuram na travessia da infância para o adolescer.

Sessão de curtas-metragens
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Escombros
(Brasil-SP, 2024, 15 min) dir. Claudia Bortolato e Fabrício Borges
Uma histórias ainda pouco comentadas sobre as reformas urbanas no século 20, que envolveram desapropriações, demolições, alargamentos e mudanças de nomes de avenidas, praças e largos. Com recorte para a Antiga Igreja do Rosário de Campinas (SP), que foi um marco do povo negro na região central da cidade,
ouvindo particularmente alguns frequentadores da igreja demolida em 1956 e do Largo do Rosário, representantes de movimentos sociais e pesquisadores de questões étnico-raciais e políticas da dinâmica urbana.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Praia dos Milagres
(Brasil-PE, 2026, 11 min) dir: Rita Carelli e Laura Mansur
Um dia na praia dos Milagres, Olinda, Pernambuco, Brasil.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Baixada: Nas Águas de Cubatão
(Brasil-SP, 2025, 17 min) dir: Renato de Castro’
Cubatão, Vila dos Pescadores. Nos seus dias cíclicos, a pescadora Zilda busca uma forma de se desconectar com a hostilidade que sua comunidade tem passado com a violência aplicada por diferentes órgãos da cidade. Entre mudar sua vida para outro lugar e se manter resiliente onde foi criada, mais questionamentos surgirão quanto ao seu futuro no mundo e na pescaria.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Uma Menina,
Um Rio
(Brasil-SP, 2025, 8 min) dir: Renata Martins Alvarez
Seguindo o fluxo de um rio, uma menina inicia sua jornada
de descobertas. A cada passo, o curso do rio reflete sua própria transformação: da infância à adolescência, da juventude
à maturidade. Ao final do percurso, entrega-se ao oceano,
ciente de que o mar é o destino de todas as coisas.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Fronteriza
(BR-SP, 2025, 21 min) dir: Nay Mendl e Rosa Caldeira
Lucca, um jovem trans da periferia de São Paulo, viaja até o limite entre Brasil, Paraguai e Argentina em busca do pai que nunca conheceu. Lá conhece Diego, um paraguaio, que o apresenta
os segredos da fronteira.

17h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Exibição do filme
Que Fim Levou
a Multidão?
(Brasil-SP, 2025, 78 min) dir: Lucas Bambozzi
Filme de caráter documental e ensaístico sobre forças potencialmente transformadoras, em torno de acontecimentos recentes no Brasil e no mundo, tendo como ponto de partida
o embate com o conceito de Multidão e a relevância das
coletividades que surgem como comunidades agregadoras,
em torno do viver e estar junto.

19h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Exibição do filme
Blackout
(Brasil-SP, 2025, 77 min) dir: Daniel Augusto
É mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo?
A partir dessa célebre questão, o filme examina a crise ecológica por meio de conversas com importantes pesquisadores e de uma colagem cuidadosamente selecionada de materiais de arquivo (cinejornais, filmes canônicos e outros documentos visuais).

02 de agosto (DOMINGO)
Sessão de curtas-metragens
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Confluência dos Olhos D’Água
(Brasil-AM, 2026, 13 min) dir: Keila-Sankofa
Documentário que recorta o encontro entre o progresso e a ancestralidade, tendo as águas como manifestação. A aparição Cabeça de Cabeças é uma reinscrição sobre as populações negras e indígenas na Amazônia; a conexão com o povo indígena do Nordeste, os Pankararu, se dá diante do Rio Pinheiros na cidade
de São Paulo.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Diálogo Bulbul
(Brasil-RJ, 2025, 8 min) dir: Bruno Churuska, Gledson Augusto,
Nicole Mendes, Yan Altino e Zimá Domingos
A partir de arquivos, por meio da força coletiva de invenção e resistência, evocando a potência criativa do povo preto, o filme convoca memórias sonoras e visuais para construir um remix insurgente.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Replikka
(Brasil-MT-PR/EUA/Reino Unido, 2025, 16 min)\
dir: Piratá Waurá e Heloisa Passos
O filme nos convida a refletir sobre a sabedoria ancestral dos povos Indígenas nocBrasil e a urgência em respeitar e proteger seus territórios, cultura e memórias.
No filme, tecnologia e sabedoria indígena nos levam a embarcar numa jornada espiritual e meditativa sobre memória, identidade, perda e renascimento. A resiliência do povo Wauja do Xingu, diante da destruição de sua história, é prova de que a força da ancestralidade atemporal jamais pode ser apagada.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Vinte Vinte Quatro
(Brasil-DF, 2025, 18 min) dir: Davi Pieri
Em uma unidade de internação socioeducativa, cinco jovens em conflito com a lei planejam seu próprio filme como forma de dar sentido ao tempo sob encarceramento. Através de um processo híbrido que mescla documentário e ficção,
o filme dissolve a realidade de crime e confinamento na adolescência em uma experiência sensorial, explorando a rebeldia, o tédio e os vestígios de ternura emum espaço marcado pelo abandono.

15h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Sessão de curtas-metragens
Ponto Cego
(Brasil-CE, 2025, 21 min) dir: Luciana Vieira e Marcel Beltrán
Marta é engenheira responsável pelas câmeras de segurança do porto de Fortaleza, um ambiente onde mulheres silenciadas convivem com o anonimato e o desprezo. Mas Marta está pronta para romper o silêncio.

Início da programação
musical com DJs
LOCAL: LARGO DA CASA DE FRANCISCA (A DEFINIR)
RUA QUINTINO BOCAIÚVA, 22, SÃO PAULO

15h

17h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Exibição do filme
Lendo o Mundo
(Brasil-RN/EUA, 2025, 71 min) dir: Catherine Murphy e Iris de Oliveira
O longa-metragem narra a histórica experiência de alfabetização e educação popular liderada por Paulo Freire no início dos anos 1960. O filme foca nos “Círculos de Cultura” realizados no município de Angicos (RN), onde centenas de trabalhadores rurais aprenderam a ler, escrever e a votar em apenas 40 horas.

19h
LOCAL: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – RUA VERGUEIRO, 1000, SÃO PAULO
Exibição do filme
Amazônia Oktoberfesta
(Brasil-PE, 2025, 78 min) dir: Sérgio Oliveira e Felipe Drehmer
Documentário sobre um projeto de desenvolvimento do país, iniciado em plena ditadura militar nos anos 1970, que incentivou
o “desbravamento” do norte do Brasil por colonos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Elegendo uma festa de inspiração germânica realizada em Sinop (MT), o filme faz um recorte livre de uma imigração que causou e causa mudanças culturais, ambientais e políticas em uma região outrora habitada por diversos povos originários.

programação musical
LOCAL: PALCO PETROOBRAS (LARGO DA CASA DE FRANCISCA)
RUA QUINTINO BOCAIÚVA, 22, SÃO PAULO


O DH Fest ocupa a rua com um grande baile gratuito no
Palco Petrobras (no Largo da Casa de Francisca) para celebrar a cidade.
A programação é uma ode ao futuro que queremos construir: mais livre, diverso, público e coletivo — sem deixar de escutar as memórias que
nos trouxeram até aqui.
O Coletivo Calefação Tropicaos, abre caminhos sonoros entre
brasis sonoros e experimentações; segue com a força feminina
da Fanfarra As Obscênicas, carnavalizando a rua e culminando no grande show de Tom Zé, eterno tropicalista e inventor radical da música brasileira.
Nosso Baile Futurista afirma a festa como linguagem e expressão, a rua como espaço de imaginação democrática e a cultura brasileira como força capaz de reinventar o amanhã - sem deixar de olhar para o passado.

03 de agosto (segunda)
19h
LOCAL: ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA – RUA AUGUSTA, 1473, SÃO PAULO
Coquetel de encerramento
20h
LOCAL: ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA – RUA AUGUSTA, 1473, SÃO PAULO
Prêmio
Marimbás:
Cerimonial de encerramento,
homenagem e premiação
Homenageado: Emicida






